A Maratona 2018 chegou!

A proposta é de tirar o fôlego. Uma maratona de livros de banca.
Um romance por mês, cada um com um tema diferente.
Começando em março e indo até fevereiro de 2019.

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Resenha da Erica Marts - Hannah Howell - Os devaneios de Sorcha - CHE 344

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Título: Os Devaneios de Sorcha
Autora: Hannah Howell
Coleção: Clássicos Históricos Especial 344
Editora: Nova Cultural
Número de Páginas: 317
Classificação: 4 estrelas

Escócia, 1388
Reféns da paixão
Lady Sorcha Hay fica arrasada ao descobrir que soldados ingleses capturaram seu irmão mais novo. Sem dinheiro, a única maneira de pagar pela liberdade dele será tomar um refém para pedir o resgate. Seu prisioneiro, um cavaleiro ferido no campo de batalha, fica furioso ao ser capturado por uma mulher. Mas nada impedirá Sorcha de manter sir Ruari Kerr aprisionado, mesmo que a visão do corpo bronzeado deixe sua mente girando e seus sentidos em fogo...
Ruari encontrou tudo o que procurava em uma mulher na figura de Sorcha, uma jovem linda e encantadora de cabelos escuros. Enquanto ela trata de seus ferimentos, ele luta contra a intensa atração que o incendeia a cada toque daquela mulher. Mas Ruari não pode permitir-se perder o coração para sua irresistível captora. Quando ele finalmente é resgatado por seus homens, Sorcha pagará caro pela traição... e a amar poderá arriscar a vida de ambos...


Escolhi Hannah Howell porque geralmente gosto de todos os livros que leio dela. Diferente do livro de Março, não me decepcionei.

Esse é um dos poucos livros que li em que as mulheres dominam um clã num romance histórico. No caso, elas dominam o clã Hay, cujo irmão mais velho sem juízo vai pra guerra e vira refém dos ingleses. Cabe a irmã pensar como juntar grana para resgatá-lo e ela faz isso sequestrando um homem rico, Ruari.Não demora muito para o clima esquentar entre esses dois, mas o orgulho dele é mais forte e logo ele terá sua vingança.

Gostei muito da Sorcha, ela é forte, inteligente, esperta e tem uma maldição sobre ela, que recai sobre todas as mulheres da família: ver fantasmas (tipo A Mediadora de Meg  Cabot). Daí o fato de Ruari achar que ela é meio louca.

Já Ruari ficou com o ego ferido por ter sido salva por uma mulher no campo de batalha, virar refém e sentir atração por ela. Destaque também para a prima de Sorcha, Margaret e seu amor inocente por Beathan, primo de Ruari (que também foi resgatado e virou refém). E outra linda prima de Sorcha com "altura de homem" Neil.

A leitura foi rápida e rendeu bons momentos. Quanto a capa é simples até demais. Não sei se é só eu, mas as capas de Clássicos Históricos Especial parecem ser meio iguais algumas vezes e sempre acho que já li o livro ou algo assim.

Resenha da Hanne Lúcio - O Rapto de Sophie - Sarah Gabriel - CHE

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Escócia, 1728
Irresistível Tentação
De um dia para o outro, Sophie se vê casada, possuída e aprisionada, por um homem que ela nunca viu antes. Criada em um convento, a última coisa para a qual ela estava preparada era ser mulher e refém de um rebelde atraente e sedutor. Sem escolha, Sophie recorre à única arma a seu alcance: a reputação de moça meiga e boa como uma santa. Ela tenta transformar a vida de Connor num inferno ao criar um ambiente de ternura, paz e harmonia quase celestiais no esconderijo onde ele a mantém cativa, com a esperança de que ele a acabe libertando apenas para se ver livre de sua indesejável influência feminina. Connor, porém, não parece disposto a desistir... e quando seus beijos ardentes e carícias apaixonadas a deixam ansiando por mais, Sophie suspeita de que seu coração já esteja irremediavelmente rendido!

Este é o primeiro livro da série Irmãos MacCarran e conta a história da irmã mais velha, Sophie, conhecida como Santa, pois viveu muitos anos reclusa em um convento e sobre, Connor, o Fantasma Montanhês, melhor amigo do irmão da mocinha.

Sophie está voltando para a Escócia após longos anos longe, quando é confundida com a irmã, e acaba sendo raptada no lugar dela. O raptor, Connor acha que está levando a mocinha certa, e pretende se casar com ela, afinal, tem a autorização do próprio irmão da lady.

O casamento é feito às pressas, a mocinha sem entender nada, mas relutando a cada momento e o mocinho pressionando-a para que aceite os termos, já imaginando como seria a noite de núpcias...

Noite em que ele passa chamando-a de Kate e ela, irritada, percebe que o mocinho acha que ela é a irmã... aí, vocês já imaginam a confusão... ele não acredita que fez uma confusão dessas, casou com uma quando deveria ter casado com outra.

Sophie fica magoada, e passa a achar que o marido, agora que sabe a verdade não vai querer mais nada com ela, dando um jeito de anular o casamento, assim, tenta fugir.

Connor, por sua vez, não faz nada para dissipar a insegurança da esposa. Ele tem suas próprias dúvidas, e passa a questionar se o amigo propositalmente utilizou o esquema para confundi-lo e fazê-lo casar com a irmã certa, quando todos pensavam que era a errada.
O fato é que Sophie é uma pessoa doce, espirituosa, uma luz que ilumina a sombria vida de Connor, que por lutar a favor dos escoceses viu sua família perder tudo o que tinha.

Os dois passam muito tempo não acreditando que o casamento pode dar certo, lutando contra seus mais íntimos sentimentos, mas deixando claro que não conseguem ficar longe um do outro. É um casal que tem uma química forte, as relações são apaixonadas e há algumas cenas hot.

Como sempre, é o lunático vilão, que só aparece no final que consegue fazê-los perceber o quanto se amam e o quanto estão dispostos a se doarem por causa desse amor.


Para incrementar mais a história, há algumas lendas e maldições, assim como espíritos e fantasmas. A principal, trata-se do poder que as fadas concederam aos MacCarran, e que revive nas filhas, aparecendo em forma de dons, como curar, predizer o futuro, fazer as plantas nascerem e crescerem.
Bem, confesso que esperava mais da história, não sei, parece que falta algo... tenho a impressão de ter ficado com um vazio, como se a história não tivesse rendido tudo que podia render... Enfim, me senti meio decepcionada e nada tocada pela história, mas acredito que como momento de entretenimento vale a pena ler.



Resenha da Mayra Coutinho - O Rapto de Velvet - CHE 337

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Inglaterra, 1760

Refém ou amante?...
Para salvar a família da ruína, Velvet Moran está disposta a renunciar a seus sonhos românticos e casar-se com o implacável duque de Carlyle. Mas em vez de esposa de um aristocrata, ela se vê refém de um notório salteador de estradas... e sua resolução de fugir do covil de seu raptor na floresta enfraquece diante da forte atração que ele lhe desperta.
Injustamente acusado de assassinato, Jason Sinclair volta em segredo à Inglaterra para provar sua inocência e impedir que se realize o matrimônio que o impossibilitaria de recuperar o ducado que lhe foi roubado. Fazendo-se passar por um fora da lei, Jason decide raptar a linda noiva e mantê-la em seu poder pelo tempo que for necessário. Mas será ele capaz de refrear a paixão que tomou conta de seu coração, e que poderá pôr a vida de ambos em perigo?
 
Na minha opnião:
Essa autora escreve bem pra caramba! O livro já te prende desde o começo, quando o mocinho é envolvido pelo irmão maléfico e acusado de matar o próprio pai! Oito anos depois o irmão injustiçado volta determinado a se vingar daquele maldito parricida. O mocinho seqüestra a noiva do irmão, para impedi-lo de se casar, mas a mocinha não dá mole e tenta fugir 4x, depois que ela é solta, descobre a verdadeira identidade do mocinho e decide ajudá-lo a provar a inocência.

E essa é a tarefa mais ingrata de todas! O irmão malvado é cheio de manhas, liso feito quiabo ensaboado e pior que o diabo encarnado! É praticamente uma questão sem solução. Como provar a inocência e pegar o verdadeiro culpado, se todos que se opõem a ele acabam mortos?
Tem partes muito engraçadas e adorei ler as partes onde Jason fica fulo da vida com a impetuosa Velvet que nunca o obedece. Fazia tempo que não lia um livro de Banca tão bom.

Resenha da Iara Paula - Susan Mallery - Sequestro de Amor - Clássicos Históricos Especial 57

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Haley Winthrop, noiva por correspondência, chegou a cidade com esperança de construir um lar e uma família. Mas um vaqueiro de fala mansa e olhar sombrio levou-a para longe do noivo, tomando posse de seu coração. Jesse Kincaid tinha feito uma promessa de desmascarar e destruir o homem que havia assassinado seu pai. E que maneira melhor de dar início ao plano do que sequestrando a futura noiva do seu inimigo? Só não contava apaixonar-se pela prisioneira. Havia jurado manter o amor longe da sua vida, mas alguma coisa nos beijos ardentes de Haley fez com que quebrasse a promessa, sonhando com a felicidade eterna.

Essa é uma temática que gosto bastante: Sequestro por amor ou que acaba se transformando em amor como é o caso desse livro. A Síndrome de Estocolmo é um fator muito interessante nas histórias de romances. Haley é uma personagem forte, cheia de personalidade e doida pra casar, faz uma longa viagem achando que o homem que a espera é o príncipe encantado e o noivo dos sonhos de qualquer mulher. Coitada, não poderia star mais enganada, pois seu noivo é na verdade um tremendo de um patife, e em todos os sentidos.
 
Mas, para sorte dela claro, não contava ser sequestrada (lê-se salva) por um  cowboy forte, másculo e com um coração de manteiga e que apesar disso deseja ferozmente se vingar do noivo de Haley e fazê-lo pagar por todos os seus crimes e por esse motivo acaba por sequestrá-la. A partir daí acontecem uma série de fatores que levam a ambos cada vez mais pros braços um do outro e então a paixão é inevitável!
 
O livro não é na verdade muito hot, mas tem umas cenas sensuais de dar água na boca. O Jesse é muito sexy e amoroso e como sequestrador foi um fofo, daqueles que dá vontade de pegar no colo, acalentar e não soltar nunca mais. Enfim é um livro bem gostosinho de ler. Os personagens centrais têm uma química muito boa e os diálogos entre os dois acaba sendo bem dinâmico e interessante! Gostei bastante! Vale a  pena conferir!

Resenhas - Abril/2012: Mocinho sequestra mocinha

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Mocinho sequestra mocinha


Sempre lemos histórias onde o vilão malvado sequestra a mocinha indefesa e cabe ao mocinho corajoso salvá-la. Mas quando o mocinho vira vilão e a seqüestra? Seja por amor, vingança ou recompensa, no fim o amor sempre falará mais alto.
Por isso, mocinho seqüestra mocinha não poderia ficar de fora da Maratona de Banca 2012. E é o tema de Abril.