A Maratona 2013 chegou!

A proposta é de tirar o fôlego. Uma maratona de livros de banca.
Um romance por mês, cada um com um tema diferente.
Começando em abril e indo até março de 2014.

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Resenha da Anna Carolina Prata - Lucy Gordon - Fantasias no deserto - Julia 1122

4 comentários



Sinopse:

Como controlar o destino?...
A bela inglesa trouxera tanta sorte ao sheik Ahmed Ben Saleem que ele quis recompensá-la. Mas Frances o surpreendeu, recusando presentes valiosos. Tudo o que ela queria era entrevistá-lo para um artigo de jornal. Ahmed concordou... Com uma condição: Frances deveria acompanhá-lo de volta ao seu país. Frances pensava que o charmoso sheik fosse um homem gentil e generoso... Até que ele a aprisionou com suas concubinas! E ainda queria que ela passasse a noite em sua companhia! Era como um cenário extraído de As Mil e Uma Noites... Não podia ser real! Ahmed devia estar apenas criando fantasias para encantá-la. Mas... Estaria falando a sério quando a pediu em casamento?

Meus Comentários:

E vamos continuar com a Maratona de Banca, para esse mês de Abril, o tema escolhido foi “Sheiks”. Muitas pessoas não são muito fã desse estilo de romance, principalmente nós mulheres, já que, em muitos livros onde estes príncipes do deserto estão presentes a mulher é um ser inferior, fazer o que? É a cultura desse povo, coisa que eu acho absurda. E cá entre nós, se esses caras fossem tão bonitos como é retratado nos livros (kkkk). Não demorei muito pra escolher o livro, pois eu já estava louca pra lê-lo, depois de escutar a opinião de uma amiga.
Mas vamos falar um pouco dele...

Em “Fantasias no Deserto” conhecemos o príncipe Ahmed Ben Saleem, sheik do principado de Kamar e Frances Callam.

Frances é uma jornalista, especializada em reportagens biográficas. E Ahmed Bem Saleem era o homem que ela deveria pesquisar. Os editores sabiam que ela era imbatível em histórias envolvendo grandes fortunas. E Ahmed era um dos homens mais ricos do mundo. O homem é um mistério, ninguém sabe nada sobre a vida dele, exceto que é absurdamente rico. E nossa jornalista vai fazer de tudo para conseguir uma entrevista com esse sheik misterioso.

Mas as coisas não transcorreram do jeito que ela havia planejado. Ela fora ao cassino preparada para analisar o sheik, preparada para não gostar dele, para desprezá-lo. E não para se atrair por ele; o desejo era tanto, que ela se alarmou. Só foram seus olhares se encontrarem, para uma atração surgir. Era como se a mente dele estivesse em sintonia com a dela.

Para ele, ela lhe trouxe sorte. “Quando a vi no cassino, ali parada, senti alguma coisa mágica pairando no ar, me envolvendo, me encantando. E a partir daquele momento, tudo começou a dar certo para mim”. Frances acaba aceitando o seu convite, mas se o sheik Ahmed pensa que ela será uma mulher fácil de cair no seu jogo de sedução, ele está completamente enganado.

E no outro dia ela se apresenta como a reporte que lhe irá entrevistar. Ahmed não gosta disso e acha que ela o enganou. E o pior de tudo e o que me deixou completamente irritada é que ele não queria fazer a entrevista, só porque achava que essa função não é de uma mulher!

“Quero deixar bem claro que não falo de negócios com mulheres. Isso não é função de mulher... Não estou acostumado a considerar as opiniões femininas, e não vejo razão para começar agora. Na minha terra, as mulheres conhecem seu lugar e não discutem...”

“... Você conversou normalmente quando eu era apenas um objeto...”
“Claro. É para isso que as mulheres servem...”

Sabe eu tenho certo medo de ler livros sobre sheiks. Apesar de vivemos no século XXI, todos sabem que nesses países a igualdade entre sexos não existe. E como eu odeio essas diferenças, entre homem e mulher, às vezes esses livros me revoltam muito. Ele é arrogante, machista. Teve partes que eu tive vontade de socá-lo (kkk). Pensa que todas as mulheres são objetos para satisfazer seus desejos. E elas devem aparecem quando ele bem entender.

Mas Frances não se deixou ser intimidada. A vida daquele homem que gastava fortunas numa mesa de jogo estava envolvida num profundo mistério. E ela tinha tudo para desvendá-lo. Se, além disso, ele reconhecesse que a subestimara, ai sim o serviço seria completo.

Só que ele acaba enganando nossa mocinha. Acreditando que ia ter finalmente sua entrevista, ela o segue até seu país. E acaba virando uma de suas concubinas. Mas apesar de todas as discussões; a atração que ela sente pelo sheik é tão poderosa, que não queria mais lutar contra ele, queria apenas ficar com ele. Tudo o que ela queria, era ficar nos braços dele, para sempre. E isso era assustador. Mas acima de tudo, Frances queria a sua liberdade.

“Não posso amá-lo como sua prisioneira.”

“Mas não quero luxo, nem riqueza... Quero minha liberdade. É um direito.”
E por conta disto, mesmo ela o amando muito, como ele não queria lhe dar a liberdade ela vai embora. Era difícil acreditar no amor dele, já que se comportava com arrogância e tirania, ignorando as suas vontades.

Mas ele tinha medo da rejeição e nunca na vida precisou pedir nada. Como sheik ele nunca teve que pedir nada e todos seus desejos são atendidos. Ele a amava, mas seu modo de demonstrar esse amor era diferente do que Frances estava acostumada a ver. Mas se quisesse Frances ao seu lado, ele tinha que mudar alguns de seus pensamentos.

Apesar de ficar super irritada, com os pensamentos machistas dele, minha raiva foi amenizando (kkk). Ele só tinha problemas de pedir e medo de ser rejeitado. Mas graças a Frances ele consegue mudar. A autora do livro consegue passar muito bem os pensamentos de duas culturas completamente diferentes. Duas mentes diferentes, duas culturas diferentes, mas unidos pelo mesmo sentimento forte e puro que é o AMOR. O final foi lindo, perfeito. Um verdadeiro conto de fadas. Recomendo a leitura!
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4 Response to Resenha da Anna Carolina Prata - Lucy Gordon - Fantasias no deserto - Julia 1122

3 de abril de 2011 22:25

adorei a resenha, fiquei com muita vontade de ler o livro...
Beijos

5 de abril de 2011 16:04

Não gosto muito de histórias de sheiks justamente por causa dessas tiradas machistas. Acabo me irritando com o livro ...

29 de abril de 2011 18:57

Primeiro livro de Sheik que ele se comporta como os da realidade. E com harém!
Geralmente o reino árabe tem as regras mais soltas que os vizinhos, mas pelo visto esse foi exceção!

1 de maio de 2011 12:52

Eu tenho esse livro porque é com jornalista, mas op "pobrezinho" tá na montanha dos livros a serem lidos.

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