A Maratona 2013 chegou!

A proposta é de tirar o fôlego. Uma maratona de livros de banca.
Um romance por mês, cada um com um tema diferente.
Começando em abril e indo até março de 2014.

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Resenha de Mônica Souza - Lynsay Sands - O amor... é cego? - CHE 295

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Adrian Montfort, o conde de Mowbray, sabia que a bela e estabanada lady Clarissa Crambray podia ser perigosa. Ela era, na verdade, um desafio. Mas era exatamente o desafio que ele precisava...
Clarissa sempre desejou encontrar um noivo, mas sua madrasta queria mais ainda que a enteada encontrasse alguém disposto a se casar com ela. Clarissa concordava que os óculos escondiam a beleza de seu rosto, mas se ela seguisse o conselho da madrasta e não os usasse, como iria enxergar? Já causara confusão suficiente para merecer um apelido infame nos círculos sociais, em função de sua deficiência visual. Todos os possíveis pretendentes pareciam sair correndo... Até que de repente apareceu um cavalheiro disposto a dançar com ela. Um homem elegante, atraente, misterioso... E Clarissa se vê a tropeçar... no amor!

Livro maravilhoso e extremamente divertido. Começa com a mocinha Clarissa botando fogo na peruca de um pretendente. Ela é cega como um morcego e a madrasta dela não a deixa usar óculos. Adrian está voltando a frequentar a sociedade, depois de um tempo recluso, por causa de um ferimento de guerra que o deixou com uma cicatriz e se interessa por Clarissa desde o primeiro momento.

A madrasta é contra o envolvimento dos dois e faz de tudo para deixá-los separados, e é muito fofo ver o Adrian fazer de tudo para conseguir encontrar a Clarissa. O Adrian morre de medo da Clarissa enxergá-lo com a cicatriz, então tenta a todo custo evitar que ela use óculos, e isso acaba colocando a Clarissa em uma série de perigos, porque paralelo ao envolvimento dos dois, começam a acontecer muitos acidentes com a Clarissa que não têm relação com a dificuldade dela de enxergar, porém o fato dela não usar óculos a deixa muito mais vulnerável.

Clarissa logo consegue um par de óculos novos, mas devido a um comentário, acredita que Adrian não gostará mais dela se ela usar óculos. Então vira aquele jogo de gato e rato: ele não querendo que ela use óculos e ela não querendo que ele saiba que ela está usando óculos.

No fim eles acabam descobrindo quem está tentando matar a Clarissa e depois de tudo esclarecido, a Clarissa finalmente tem coragem de se mostrar usando óculos na frente do Adrian. No começo ele acha que ela se casou com ele por pena, mas logo tudo é esclarecido.

Livro muito lindo, adorei o casal, além dos coadjuvantes, principalmente o primo Reginald e como no final, ele demonstrou estar interessado em uma mulher, imaginei se teria sido publicado um livro dele, mas aparentemente não.

E já que o tema do mês é livros hot, existem umas cenas bem quentes, porém todas elas acabam descambando para o cômico no final, inclusive a cena da noite de núpcias do casal, que por causa da explicação maldosa da madrasta, deixa a Clarissa morrendo de medo do que pode acontecer.

Resenha Iara de Paula - Paraíso - Kelley St. John - Fuego 24

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Ela deseja, precisa dele. Mas jamais poderá tê-lo. Porque ele é um fantasma...


Monique Vicknair tem um segredo: ela é uma médium dedicada a ajudar os espíritos a passar para o outro lado.
Infelizmente, Monique tem estado tão ocupada com o mundo etéreo que se descuidou de sua vida terrena. E isso
já tem um bom tempo... Ao encontrar o falecido, porém sexy Ryan Chappelle, Monique tem a chance de unir o útil
ao agradável. Ela poderá continuar seu trabalho como médium... desde que Ryan a ajude a aproveitar um pouco
mais a vida... mesmo sendo um fantasma! Ryan conhece bem os prazeres do corpo feminino, e isso não mudou
com sua morte. Mas ele quer Monique como jamais desejou qualquer mulher. E se recusa a partir deste mundo
enquanto não fizer amor com ela. Se Ryan tiver de infringir todas as leis do céu e da terra para isso acontecer, ele
enfrentará as conseqüências... uma de cada vez....

Monique
faz parte de uma família de médiuns, onde ela e os primos tem por objetivo ajudar os espíritos a
fazerem a passagem pro outro lado, segundo a vontade da avó já falecida. Ela não é muito fã desse legado,
porém cumpre sua parte por lealdade a família. É também a mais "louca" do clã. Independente, divertida e
fogosa, é viciada em sexo e não esconde isso de ninguém. E na falta de um homem pra apagar seu fogo,
não têm o menor pudor de se saciar com o bom e velho vibrador.

Ryan é um fantasma tudo de bom, que já está no limbo a algum tempo e têm bastante receio de fazer a
passagem. Sexy, bem humorado e igualmente viciado em sexo, é designado a Monique pra que ela o ajude
na travessia
, coisa que ele está determinado a não fazer.

Como era de se esperar, os dois se sentem irremediavelmente atraídos um pelo outro logo no primeiro
olhar, porém devido as regras mediunicas, ela está proíbida de tocar em um espírito e acaba impondo
essa mesma regra a ele. Solução: sexo por telepatia. É claro que no decorrer da história eles conseguem
autorização para poder se tocar e ter a noitre de paixão que tanto almejam! E no final, como sempre tudo
dá certo!

Confesso que quando comecei a lê-lo, não tinha muitas expectativas a respeito dessa história, mas acabei me
surpreendendo com ela! Achei o livro bem divertido, engraçado
e sensual. Fiquei com água na boca de vontade
de ler os outros livros da série, principalmente os de Gage e Nan que prometem. Enfim, é um livro curto, que se tornou um bom entretenimento numa tarde de sábado. Recomendo!

Resenha da Hanna Lúcio - Michele Sinclair - Corações Rendidos - Clássicos Históricos Especial 349

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Escócia e Grã-Bretanha, 1309
Insaciável desejo...
Makenna Dunstan nunca precisou da proteção de homem nenhum. No entanto, quando a saúde precária de seu pai a obriga a assumir a responsabilidade pela segurança do clã, ela não tem escolha senão casar-se com Colin McTiernay. Embora tenha medo das emoções que Colin lhe desperta, Makenna se rende rapidamente a seus beijos e carícias, sem saber se pode confiar naquele belo escocês que está roubando seu coração...
Nascido nas Terras Altas, Colin McTiernay sabe que é odiado pelos Dunstan, principalmente pela filha caçula. Contudo, ele está determinado a salvar o povo dos inimigos, ainda que isto signifique ter de se casar com aquela jovem voluntariosa e impetuosa. Domar Makenna é um desafio que Colin está seguro de conseguir enfrentar, seduzindo-a e provocando-a com uma paixão que a irá deixar ansiando por mais...


Adoro mocinhas valentes, decididas - que não tem medo de se mostrarem como são e não aceitam submissamente tudo o que lhes dizem. Makenna Dunstan é assim! A filha caçula do laird do clã é completamente diferente das irmãs: é selvagem, impulsiva - adora cavalgar, caçar, treinar com os guerreiros, enfim, aprecia todas as atividades que a princípio lhe estariam proibidas por ser mulher.
Colin além de ser um brilhante estrategista, é orgulhoso, teimoso, valente e bonito. Apesar de ter amado sua esposa falecida Deidre, nunca se sentiu plenamente completo, e não imagina que possa se sentir assim ao casar com a indomável irmã de sua ex-mulher.
Makenna vive sua vida com entusiasmo e prazer, sem grandes preocupações, até que o pai, cada dia mais doente, e sabedor de lhe restar pouco tempo, exige que se case com o mal-humorado cunhado viúvo, salvando o clã de perecer ante os odiosos ingleses.
Makenna e Colin detestam esse arranjo e tentam com todas as forças rejeitá-lo, mas sabendo que isso não será possível, casam-se e passam a tentar conviver como marido e mulher.
Para complicar ainda mais a situação do casal, as irmãs da mocinha são um porre e muitos do clã Dunstan não aceitam ser liderados por um montanhês, e por uma mulher que prefere cavalgar a dirigir o castelo, surgem então revoltas, conspirações e traições orquestradas por um laird do clã vizinho louquinho pra se apossar dos bens e da esposa do seu desafeto.
Se não bastasse tudo isso, a mocinha ainda pensa ter de competir com a irmã falecida para ter alguma oportunidade com o marido.
Bem, quanto ao tema deste mês da Maratona só posso dizer que o livro tem sim alguns momentos bem hots, totalmente condizentes com as personagens e o enredo.
São momentos cheios de sensualidade, desejo e também aceitação e carinho. O que torna essas cenas mais bonitas é a certeza de duas metades que se encontram, afinal, o mesmo desejo avassalador que ataca o mocinho, faz da mocinha sua vítima também. São duas pessoas diferentes e ao mesmo tempo similares, e isso faz com que se complementem.
Enfim, leitura mais que recomendada!

Resenhas - Setembro/2012: HOT

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HOT

Quando esse tema aparece na Maratona eu sempre lembro daquela musiquinha de um dos programas de Silvio Santos:

E é HOT / HOT / HOT

Esse é um tema que agrada as leitoras de romances. Aqui o negócio pega fogo... os olhares, os gestos o momento da consumação física do amor ...